Operações portuárias, reconstruídas como uma sala de controlo em tempo real.
Um operador logístico a gerir o Porto de Luanda com email e rádios. Substituímos o caos por uma única plataforma em tempo real — e por uma marca à altura da ambição.

A Portonário coordena navios, camiões e alfândega no Porto de Luanda. Toda a operação corria com chamadas, rádios e manifestos em papel — por isso os erros ficavam invisíveis até serem caros, e nunca duas pessoas viam o mesmo quadro.
Dar a uma operação física dispersa e 24/7 uma única fonte de verdade em que operadores, motoristas e gestão pudessem confiar — e torná-la robusta o suficiente para gerir um porto activo desde o primeiro dia.

Duas semanas no cais
Antes de desenhar seja o que for, trabalhámos o porto — seguindo operadores, motoristas e alfândega num turno real. A plataforma é moldada pelo que vimos, não pelo que um briefing assumiu.

Um quadro, cada função
Navio, parque e portaria vivem num único quadro em tempo real, com vistas específicas por função sobrepostas — o gestor, o gruista e o motorista vêem cada um a fatia de que precisam, a partir da mesma verdade.

Uma marca para a administração
Um operador logístico a competir por contratos internacionais precisava de parecer à altura. Demos à Portonário uma identidade confiante o suficiente para uma sala de administração e para um colete reflector.
Pela primeira vez, todo o cais olha para o mesmo ecrã.
Os erros de manifesto caíram 63%, a capacidade subiu para 3,1× a base anterior, e a plataforma chegou a produção em dezasseis semanas — hoje a espinha dorsal operacional do porto.
“Pela primeira vez, toda a gente no cais olha para o mesmo ecrã. Isso mudou a forma como o porto inteiro funciona.

